My Girl

(Lee Dong Wook, Lee Da Hae, Lee Jun Ki, Park Si Yeon)

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• Minha Sinopse:

Uma mentirosa de primeira linha se passa por neta de um milionário e se apaixona pelo falso primo.

• Minha opinião:

Finalmente vim comentar esse drama! E sinto muito em dizer isso, mas não é lá essa coca-cola toda… Explico! Eu me diverti demais assistindo, sério mesmo, não é ruim. Só que eu pensei que era muito, muito, muito maravilhoso pelos comentários que eu andei lendo e ouvindo. Fazendo um balanço geral, me decepcionei por culpa minha mesmo.

Eu diria que para quem viu poucos dramas asiáticos não deve de jeito nenhum deixar de assistir My Girl. Mas para quem já assistiu a muitos, principalmente comédias românticas para adolescentes, pode achar que não tem muita novidade. Independente disso, tenho certeza que os dois tipos de telespectadores vão dar boas gargalhadas!


Não estou acrescentando muito em dizer que o enredo conta a história de uma menina pobre muito esperta, um cara mauricinho, um cara rebelde que disputa o coração da menina pobre com o mauricinho, e uma menina rica desocupada sem orgulho próprio que não cansa de ser rejeitada pelo mauricinho. Sim, assim também é esse drama. Uma fórmula infalível, que digamos! Até os personagens tinham consciência do rumo que tomariam. Eu passava mal de rir com as cenas melodramáticas que apareciam na imaginação deles!


Para ninguém pensar que eu estou de implicância, teve uma coisinha que foi diferente de todos os dramas que eu já assisti! Geralmente eu torço pelo cara errado nessas histórias de amor. Inúmeras vezes, mesmo sabendo que em vão, fiquei incondicionalmente repetindo que a mocinha tinha que ficar com o cara que terminou totalmente rejeitado. Mas desta vez… Meu coração ficou completamente dividido e indeciso! Juro! Algo inexplicável, eu queria que ela ficasse com os dois, simultaneamente, eu simplesmente não conseguia escolher!


De um lado, nosso galã Gong Chan. Elegante, sério, mas com um coração de manteiga! Fazia qualquer coisa pelo avô ou por quem quer que fosse. Caía em todas as brincadeiras da Yoo Rin e era um principezinho. Não gostava muito daquele espírito mártir que ele tinha, aceitando as chantagens de todo mundo e se afastando da Yoo Rin assim que surgia um problema. Mas no fim, ele sempre fazia alguma coisa fofa e voltava a ficar bem na fita.


No extremo oposto estava meu gatinho saído de um mangá com traços muito bem desenhados! Jung Woo podia ser um vagabundo, mas um vagabundo muito apaixonado! Cortava meu coração em pedacinhos vê-lo tomando toco e fazendo papel de bocó. Qualquer menina no mundo pensaria 18 vezes antes de rejeitar aquela coisinha! Como se ele já não fosse fofolete o suficiente, o roteirista ainda o coloca para trabalhar duro no final! Quer me matar de amor, né?


Sabe, eu não detestava a Seo Hyun. Sim, ela era um porre, mas ela era tão inútil como vilã que nem de ameaça servia. Ficava lá o tempo todo chorando as pitangas e se a gente parar pra pensar bem, até quando ela fazia as coisas querendo atrapalhar, no fim ela acabava ajudando. Como todas as vezes que ela resolvia contar ou esconder alguma coisa que descobria sobre a verdadeira identidade da Yoo Rin.


Ah, chegamos ao principal ponto da história: as mentiras da Yoo Rin. Eles cansaram de repetir sobre a dificuldade de se manter a mentira que ela era neta do milionário, avô do Gong Chan. Mas até que o mistério de se aparecia ou não a verdadeira neta dele para Yoo Rin e Gong Chan contarem a verdade e se entregarem a paixão (sim, estou querendo dar mais impacto) flui bem no início ao fim. Claro, quando eu digo “bem” é só no sentindo de não matar de tédio, porque quando eu estava me debulhando em lágrimas por cada separação dos pombinhos achei que fluiu mal, mal mesmo!


Se tem encheção de lingüiça? Pois claro que tem, como não? O que são a tia do Gong Chan e aquele marido doido que ela arrumou? Faz parte! Mas nada que não possa ser suportado. Na verdade só tinha 3 coisas que me desestimulavam. O pai da Yoo Rin, o velho mala e quase todo elenco jovem jogando tênis de forma teatral e totalmente sem coordenação motora!

• Ponto alto:

Sem dúvida, as caras e bocas da Yoo Rin! Um pouco exageradas talvez, mas hilárias!

• Absurdo maior:

Eu já nem reclamo mais das passagens de tempo aqui, é inútil. O que me deixou muito chateada dessa vez foi que mesmo com essa passagem de tempo toda, alguns personagem ainda apareciam com pinta de adolescente. Cadê o beijo do Jin Kyu com a Secretária Yoon?!? Aquele menino passa o drama inteiro bajulando ela, ela fala que ele é o tipo dela e… nada?!? Affe…

• Moral da história:

Quem disse que mentira tem perna curta? Ela dura até 15 episódios!

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